Livro em pré-venda com envio a partir do dia 15 de julho de 2026.
O pai dos burros reúne clichês de linguagem que o jornalista e escritor Humberto Werneck coleciona obsessivamente há quase 50 anos – lugares-comuns que vão de “água que passarinho não bebe” e “analfabeto de pai e mãe”, na letra A, a “dar zebra” e “ser um zero à esquerda”, na letra Z. Esta segunda edição, revista e ampliada, agrega 900 novas expressões, totalizando 5.400 frases feitas. A ideia não é censurar os lugares-comuns – muitas das frases preferidas do autor estão incluídas. “O que se quer com este livro”, diz Werneck, “é apenas recomendar desconfiança diante de tudo aquilo que, no ato de escrever, saia pelos dedos com demasiada facilidade. Porque nada de verdadeiramente bom costuma vir nesse automatismo.”
[240 páginas | 12x18cm | ISBN 978-85-60171-61-3]
Sobre o autor:

Humberto Werneck nasceu em Belo Horizonte, em 1945, e vive em São Paulo desde 1970. Começou a trabalhar como jornalista no Suplemento Literário do Minas Gerais. Foi correspondente em Paris do Jornal da Tarde e passou ainda pelas redações de Veja, Jornal da República, IstoÉ, Jornal do Brasil, Elle e Playboy. É autor, entre outros, de O desatino da rapaziada: jornalistas e escritores em Minas Gerais (1992) e de O santo sujo: a vida de Jayme Ovalle (2008), pelo qual recebeu o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte como a melhor biografia do ano. Pela Arquipélago Editorial, publicou as coletâneas de crônicas Esse inferno vai acabar (2011), Sonhos rebobinados (2014) e O espalhador de passarinhos (2021).
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